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Como os médicos me ensinaram a advogar

 Como saber se uma testemunha está mentindo? O que dizer quando o cliente acha que erramos no processo? Como responder uma dúvida numa festa? Como responder a um cliente irritado? Como conduzir uma consulta para o fechamento? Estas e outras perguntas são respondidas no livro de 140 páginas escrito pelo advogado Claudio Dias Batista.

 

 Conhecido por seu trabalho em nível nacional e até internacional (tem parcerias em Direito Internacional em Nova Iorque e Los Angeles) o causídico dá conselhos comparando a advocacia com a medicina. Para ele, médicos e advogados tem mais em comum do que o polêmico titulo de doutor. 


 O livro tem sido examinado por juristas de renome, entre eles o Desembargador Maurício Valala, do Tribunal de Justiça de São Paulo. Para ele a obra traz um tema sempre atual e de escassa literatura. "Enfoques jurídicos perfeitos, bem explicitados", aponta Valala. O livro é um guia seguro para os que iniciam na carreira jurídica e um manual para os advogados experientes. Montagem do escritório, consultas, divulgação, vendas e relações com os clientes. Tudo comparado ao universo da medicina. 

 

   Num texto suave o autor conta passagens que viveu e traz a experiência de mais de 20 anos na advocacia. Dias Batista explica de maneira bem humorada como atender um cliente, como fechar um contrato, que produtos o advogado pode vender além das ações judiciais, como priorizar determinados casos e como contornar situações difíceis com clientes, juízes e outros advogados.

 

    'Mostramos de maneira bem didática e prática os passos de uma consulta, levando o cliente ao fechamento do contrato de honorários", explica o advogado ao apresentar sua obra. O livro traz gravuras que facilitam a memorização e é escrito em uma linguagem simples, outra característica do advogado. Para ele, simplificar é a ordem do dia.  

 

 

 

 

   O autor explica que logo no início da carreira teve médicos como clientes. "Num determinado momento eu tinha mais médicos do que outras pessoas físicas entre meus clientes. Comecei a ponderar sobre a maneira que agiam", diz o advogado. 

 

  Entre as inúmeras citações Dias Batista lembra que se você está numa festa, conversando com um médico e tem um problema, como por exemplo, uma dor no estômago, e questionar o médico, ele vai encaminhá-lo para o consultório. E o advogado ao ser indagado sobre um caso? Desanda a falar. "O advogado naquele momento não pode dar um parecer. Não tem documentos. Não está no ambiente adequado", ensina o autor em seu livro. Para ele o melhor caminho em casos assim é dar uma resposta curta, falar de possíveis soluções e dizer que terá prazer em avaliar bem o caso, numa consulta, entregando o cartão de visita. 

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